Ó morte, como tua lembrança é amarga para o homem que vive em paz no meio de seus bens,
para o homem tranqüilo e afortunado em tudo, e que ainda se encontra em condição de saborear o alimento!
Ó morte, tua sentença é suave para o indigente, cujas forças se esgotam,
para quem está no declínio da idade, carregado de cuidados, para quem não tem mais confiança e perde a paciência.
Não temas a sentença da morte; lembra-te dos que te precederam, e de todos os que virão depois de ti: é a sentença pronunciada pelo Senhor sobre todo ser vivo.
Que te sobrevirá por vontade do Altíssimo? Dez anos, cem anos, mil anos...Na habitação dos mortos não se tomam em consideração os anos de vida.

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